Não há nada mais poderoso no mundo dos negócios do que o sonho. Falo daquele genuíno, que nasce lá na infância e cresce enraizado na trajetória de quem tem vocação empreendedora. O sonho de conquistar junto, de prosperar ao lado da comunidade, de oferecer oportunidades e de melhorar a vida das pessoas. Aquela certeza no peito de que a missão só é dada aos que são capazes de olhar o próximo e fazer a diferença.

Quem tem essa visão social está sempre em movimento. A pandemia, com impacto global, evidenciou mazelas e trouxe à tona o quão frágil é a vida humana. O aprendizado de quem está conectado com o seu povo, com a sua gente mais humilde, é forte: sempre há algo a fazer quando se sonha. Pelas pessoas, pela sociedade, pelo país. Sempre haverá autoestima para resgatar, dignidade para ofertar, simplicidade para aproximar e atenção para confortar.

Ser gestor na iniciativa privada não pode tirar o encanto de estender a mão com sorriso no olhar. Sim, porque com a pandemia também se aprendeu a sorrir com os olhos, o que valoriza ainda mais os momentos em que é possível expressar livremente a própria felicidade. Faz sentido acreditar que a responsabilidade social começa em casa, na empresa, na cidade. E se expande sem limites em direção aos quatro cantos, alcança mãos que se somam e conecta esperança.

O bem vence quando predomina a consciência de que essa responsabilidade é de todos. E mais ainda do empreendedor, que sabe ser instrumento para mudar a vida de quem não percebe que “sim, há motivos para sorrir”! Percorrer o Brasil e romper as fronteiras é ter a certeza de que reabilitar a economia começa com as pessoas. O capital humano é o que move todas as outras forças. É onde precisamos investir.

É a lei da vida: quanto mais recebemos, mais devemos retribuir à comunidade. Ao gerar empregos, oportunidades e renda, um empreendedor cumpre sua missão no mundo. Faz a roda da economia girar e, neste momento de crise que o país atravessa, contribui para a superação das dificuldades e a retomada do desenvolvimento. Quando, ao lado disso tudo, desenvolve ações de responsabilidade social, ajudando quem mais precisa, vai além: deixa um legado que permanece.

*Everson Martins Baptista, presidente da Sorrifácil

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